_newsletter_contactos_
 
 
InícioInformaçõesSobre o MuseuExposiçõesVisita VirtualPresidentesEducaçãoFormaçãoArquivo DigitalAgendaImprensaMPR Júnior
Facebook
Google+
Twitter
YouTube
Flickr
 I RepúblicaEstado NovoDemocraciaBarra Cronológica
Presidentes - Primeira República
Aumentar Aumentar Aumentar Aumentar
 1 2 3 4 5 »

Manuel de Arriaga



Dados pessoais

Manuel José de Arriaga Brum da Silveira nasce dia 8 de Julho de 1840 na cidade da Horta, Ilha do Faial da Região Autónoma dos Açores. É filho de Sebastião de Arriaga Brum da Silveira e de Maria Antónia Pardal Ramos Caldeira de Arriaga. Casa com Lucrécia de Brito Furtado de Melo, de quem tem seis filhos. Morre em Lisboa com 76 anos e vai a enterrar no Cemitério dos Prazeres, em Lisboa. No 16 de Setembro de 2004, os seus restos mortais são trasladados para o Panteão Nacional.

Percurso  profissional

Conclui Direito na Universidade de Coimbra em Maio de 1866 e nesse mesmo ano, acumulando com a advocacia, ocupa o lugar de professor interino de Inglês no Liceu de Lisboa. Nomeado reitor da Universidade de Coimbra logo após a proclamação da República, toma posse do cargo na Sala dos Capelos a 23 de Outubro.

Percurso  político

Manuel de Arriaga, um dos 12 signatários do programa das Conferências Democráticas do Casino, procura imprimir ao movimento republicano um carácter mais popular e assumidamente antimonárquico. Com base numa intensa actividade oratória em comícios de propaganda como deputado unificador do movimento republicano, é relator do Projecto de Organização Definitiva do Partido, documento que sistematiza pela primeira vez o ideário republicano, articulado com a regulamentação dos seus órgãos constituintes. É preso na sequência de manifestações patrióticas de protesto contra o Ultimato Inglês de 1890 e nove anos depois abandona a vida política, dedicando-se à advocacia e à escrita.

Mandato presidencial

Primeiro presidente constitucional eleito no meio de forte competição em Agosto de 1911, no seu discurso de posse, Manuel de Arriaga afirma-se depositário da "simpática missão de chamar à conciliação, à paz, à ordem, à harmonia social a família portuguesa, em nome da Liberdade, em nome da República, em nome da nossa libérrima Constituição", missão essa que cedo se revela espinhosa, à medida que rivalidades e lutas começam a minar a família republicana. Ao abandonar a presidência da República, dedica-se à redacção das suas memórias e publica o seu último livro intitulado Na Primeira Presidência da República Portuguesa. Um Rápido Relatório, com o qual procura justificar a sua conduta política.




Galeria retratos

Primeira dama

Presidência da República_links_site acessível[D] site acessível_ comentários_e-cards_mapa do site_informação legal
Museu da Presidência da República     Desenvolvido por Vector21.com    _ficha técnica