De quinta a palácio: 300 anos da venda das casas de Belém ao Rei D. João V
Há 300 anos, a 4 de julho de 1726, o conde de Aveiras vendeu a sua quinta de Belém ao Rei D. João V. Sem saber, vendedor e comprador determinariam, indiretamente, que a casa e os jardins seriam escolhidos para residência oficial do Presidente da República, muitos anos mais tarde.
O Museu da Presidência da República evoca a passagem destes 300 anos com uma sessão de conversas no dia 4 de julho próximo, pelas 15h da tarde, no Jardim da Cascata do Palácio de Belém. Serão abordadas as origens da casa que permaneceu durante cinco gerações na mesma família, de 1559 a 1726.
Os professores Luís de Sá Fardilha, da Faculdade de Letras do Porto, e João Vieira Caldas, do Instituto Superior Técnico, abordarão, respetivamente, a obra poética de D. Manuel de Portugal, o primeiro proprietário da casa, a quem Luís de Camões dedicou uma ode, e a arquitetura do palácio ao tempo do século XVII no contexto nacional e internacional. Junta-se Alexandre Tojal, investigador do Museu da Presidência da República, que proporá uma leitura da Arrábida, a residência privada do Presidente da República, a partir da memória dos franciscanos arrábidos que nela viveram no princípio do século XVIII.
Pelas 16h30, seguir-se-á uma visita orientada ao Palácio de Belém.
Entrada livre, mediante inscrição prévia (museu@presidencia.pt); as inscrições encontram-se encerradas (acompanhe o evento em direto aqui).
Para mais informações, consulte a nota de imprensa ou evento no Facebook desta iniciativa do Museu.





